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quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Sai Dessa Zona

Por Adage Lima Jr

A algumas semanas postei um texto de Márcia Rocha chamado Eu Quero Desafios. Identifiquei-me muito com o seu personagem (real, claro) Fernando Sobré, o Teco. Não, não sou nenhum consultor em convergência digital como ele, nem em qualquer outra coisa. Também nunca fui gerente de desenvolvimento de negócios numa Harte-Hanks não sei das quantas, nem diretor geral duma tal de Mobile Mixer da vida. Tão pouco, desenvolvi qualquer trabalho no Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife – CESAR (que bom que existe um lugar desses no meu Nordeste, eu nem sabia). Identifiquei-me, na verdade, com esse gosto de estar fora da zona de conforto e pelo fato de também já ter passado pela experiência de falir um negócio que abri quando tinha 17 anos.

Naquela época eu tinha duas escolhas, poderia continuar somente como arte-finalista na Nordeste Promoções e curtir meu salariozinho ou, além disso, tentar revolucionar o mercado local com uma unidade de divulgação de serviços que denominei com a sigla UNDISER tendo como alvo o público jovem. Sem querer dar explicações sobre o porquê de termos fechado logo nos primeiros meses de funcionamento, quero focar na tal da zona de conforto. Se eu tivesse ficado lá, quietinho, se não tivesse tentado, se tivesse ouvido as palavras da mãe do meu sócio “espero que você seja pé no chão, porque o meu filho não é”; eu não teria falido, não teria me endividado, me desgastado com meu sócio nem com meu antigo chefe, não teria me estressado tanto, nem gritado com a secretária, teria dormido mais, teria deixado a idéia passar.

É muito desconfortável arriscar, investir, inventar, praticar, criar ou até mesmo viver. Tentar realizar sonhos exige um esforço descomunal. Pode por em riscos relacionamentos, bens, sentimentos, vai desafiar a sua fé, pode lhe fazer chorar, vai lhe tirar o sono (por isso às vezes sonho acordado). Eu já tentei fazer assim. Abrir mão dos vôos e dos ideais, ficar confortável, sem curiosidades, deixar de aprender. Já tentei fazer só o que me pedem ou só o que me pagaram pra fazer. Ultrapassar limites? Cansa só de pensar. Fazer exatamente o que o cliente pediu é mais confortável do que tentar convencê-lo de que a minha idéia é melhor. Aliás, que idéia? Inovar está fora da zona. Tentei sim, acredite. Mas eu simplesmente não consigo.

Pois é, Márcia, acho que no fundo, nosso amigo Teco tem razão. “Fazer acontecer” dá mais prazer à vida do que viver no conforto ou em busca dele. Não sei por quanto tempo essa gana vai durar. Dizem que isso é coisa da juventude, que um dia os desafios da vida já não empolgarão mais. Mas sabe de uma coisa? Hoje quando me sento para conversar com o vereador Iata Ânderson, meu sócio do tempo da UNDISER, nós damos boas gargalhadas ao lembrar dos vexames, das frustrações e das conquistas que vivemos naqueles dias corridos e noites má dormidas. Um dia, quando o tempo minar minhas forças e encurtar os meus passos e a vista, quero ao menos dar longas e boas gargalhadas ao ensinar pros meus netos sobre minhas experiências vividas além do limite dessa tal de zona de conforto.

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quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Qual é a Receita da Criatividade?

A resposta é: não existe. Aliás, não me considero nem qualificado pra falar sobre esse tema. Sempre gosto de ouvir as dicas dos mais experientes. Isso sim, ouvir me ajuda muito. Ouçamos (ou leiamos), então, as dicas do Luli Radfahrer, DWD:3.

Criatividade – 10 dicas

Antes de mais nada: não existe “receita mágica” para se ter idéias diferentes. Qualquer um que tente convencê-lo do contrário tem boas chances de, na melhor das hipóteses, estar iludido – ou não saber ao certo o que criatividade significa. Afinal de contas, a partir do instante em que haja uma fórmula para se pensar novas coisas, elas já não serão mais novas.Não sou psicólogo nem “criativólogo”, tudo que conheço na área vem de prática e observação. Quando estou bloqueado, sempre penso em crianças e no que elas fariam. Observando-as, descobri algumas atitudes que podem ajudá-lo a buscar saídas originais para os mesmos velhos problemas. Seguem algumas delas:

Relaxe. Essa é a dica mais importante. Para se ter idéias é preciso estar em um estado de espírito tranqüilo, com o mínimo de estresse possível. Pense em outras atividades que sempre mudam: dançar, cozinhar, fazer piadas... sob pressão, buscamos atalhos para o raciocínio, e as velhas rotas são sempre mais rápidas e seguras.

Colecione tudo que puder. Rótulos, embalagens, folhas, revistas velhas... junte todas as tranqueiras que conseguir. Quando reciclada, essa velharia que inferniza o seu próximo pode ser de grande serventia.

Seja curioso. Aprenda outras coisas, não tenha medo de perguntar tudo, mesmo que não tenha nada a ver com a sua área. Os verdadeiros criativos não são esnobes nem auto-centrados. Quem age assim normalmente é só inseguro.

Mexa-se. Dê uma caminhada, tome um banho. Ative sua coordenação motora e oxigene o cérebro. Dormir também pode ser uma boa, contanto que você tenha um caderno de notas à mão.

Redecore sua mesa, desktop, espaço de trabalho. Mude a posição de mesas, cadeiras e livros, troque seu ponto de vista, coloque objetos interessantes ao alcance da mão, provoque seu subconsciente.

Tome notas. Picasso, Hemingway e muitos outros nunca saíam de casa sem seus caderninhos Moleskine. Boa parte das “sacadas” tende a desaparecer quando tentamos fixá-las na memória. Anote tudo sem compromisso com o layout ou mesmo com a gramática. O caderno não é um diário nem um blog. É seu e só seu.

Desapegue. Dê parte das suas coisas, empreste, troque. Faça o mesmo com suas idéias. Nunca tenha medo que alguém as “roube”. Tenha em mente que, ao contrário de mercadorias, quando se trocam idéias elas não deixam suas mãos. Pelo contrário, ficam mais fortes.

Pergunte “por que as coisas são do jeito que são?” pelo menos umas cinco vezes por dia. Faço isso há anos, o que já me levou a diversas situações constrangedoras.

Desmembre. Divida frases, situações, objetos em diversas partes, nem que seja para descobrir que o todo é muito maior que a soma delas. Ao dividi-las, os objetos e conceitos “grandes” e assustadores são transformados em objetos menores e muito mais maleáveis.

Observe o mundo à sua volta. Preste especial atenção a crianças, camelôs, uniformes, pessoas “diferentes”, artistas e suas obras, brechós, locais abandonados, plantas, mapas, diagramas técnicos, lojas especializadas... há uma enorme riqueza pictórica no mundo.

Se nada disso der certo para se ter uma boa idéia, pelo menos será garantia de diversão e relaxamento, o que sempre é lucro.


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sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Arte-finalista, Designer Gráfico ou o que?

Por Lima Jr

Olá caro Ossivânio,

Obrigado por ser leitor do meu blog. Este texto é uma tentativa de responder à sua questão: Existem arte-finalistas, designers gráficos e mais o que? Embora eu considere que arte-finalista e designer gráfico sejam profissões afins, não acho necessariamente que uma seja a evolução da outra nem que tenha qualquer relação de hierarquia numa empresa.
Minha carteira de trabalho foi assinada pela primeira vez como arte-finalista. Eu trabalhei sob essa função por cinco anos no Grupo Nordeste. Basicamente o meu trabalho era pegar uma idéia preconcebida e transformá-la em algo adequado em à uma impressora offset, por exemplo. O arte-finalista, portanto, desempenha função importante numa gráfica ou na prestação de serviços a ela. É sua responsabilidade verificar se o tamanho do arquivo é econômico, se a resolução das imagens está alta, o tipo de corte, se as dobras encaixam, se o sistema de cor está em CMYK em todos os elementos do arquivo, se as fontes não sofreram alterações, as marcas de impressão, em fim, faz o chamado “fechamento” do arquivo.

O Designer gráfico está mais ligado ao processo criativo da peça. Sua atuação está relacionada mais com agências de propagando e publicidade do que com gráficas. Talvez a conceituação da ADG Brasil possa esclarecer melhor:

O design gráfico é um processo técnico e criativo que utiliza imagens e textos para comunicar mensagens, idéias e conceitos. Batizado e amadurecido no século 20, é hoje a atividade projetual mais disseminada no planeta. Com objetivos comerciais ou de fundo social, o design gráfico é utilizado para informar, identificar, sinalizar, organizar, estimular, persuadir e entreter, resultando na melhoria da qualidade de vida das pessoas. O trabalho dos designers gráficos está inserido no cotidiano da sociedade através de posters, logotipos, embalagens, livros, jornais, revistas, placas e sistemas de sinalização, camisetas, aberturas e vinhetas de cinema e televisão, websites, softwares, jogos, sistemas de identidade visual de empresas, produtos e eventos, exposições, anúncios etc.

Mas se o que você quer saber é quais as funções que encontramos numa agência de publicidade, continue lendo e veja o que a R&B Propaganda fala sobre isso (fonte IFD Blog):

Quer viver todas alegrias e tristezas deste universo? Então, corre atrás meu amigo! A primeira coisa a se pensar é em qual área você vai querer atuar. Se você ainda não sabe quais são os departamentos de uma agência, confira aí, algumas divisões. Não é uma divisão fixa e obrigatória, mas dá uma idéia de como funciona o fluxo de informação na PP.

Atendimento - O cliente chama, ou a gente corre atrás de uma nova conta. Isso aí é a responsabilidade do atendimento. É essa pessoa que faz o contato junto ao cliente. Uma função básica e muito importante de quem atua neste cargo, está no briefing. Não sabe o que é isso? Ta bom: é o resumo de todos os desejos, idéias, necessidades, argumentações, enfim, todas as informações sobre o trabalho a ser desenvolvido. O atendimento é quem busca o que o cliente quer e apresenta o trabalho pronto e tem de estar sempre por dentro de tudo que acontece na agência.

A redação - Chamadas, títulos e a própria redação. Tudo que é texto ta na mão dessa gente. Escrever até que é fácil, difícil é revisar, revisar e revisar. Afinal, por uma letra, o que era nunca, passa a ser nuca, e já viu no que isso pode dar.

A direção de arte - Aqui a porca torce o rabo. É a transformação das idéias e conceitos em fotos, traços e ilustrações. É onde a imagem se materializa. Muita criatividade e imaginação. É importante o cuidado com a finalização dos arquivos.

Direção de criação - É quem coordena a dupla de criação - parceria entre direção de arte e redação. Aprova ou não a idéia em qualquer nível. Ele é quem coordena o processo de criação.

Mídia - É a pessoa que cuida de toda a utilização da verba do cliente. Faz o levantamento de como investir e onde investir. Para esta campanha a gente usa outdoor ou busdoor? Fale com o mídia, que ele tem a resposta.

Planejamento - Posicionamento de marca, investimento em um novo mercado, ações, estratégias e muito mais. O nome já diz tudo: esse cara planeja mesmo, em diversos casos e para vários fins. Quer investir e não sabe onde? Pede pro planejamento que a resposta ta na ponta da língua.

Pesquisa - É de onde vem a referência e a informação. Vamos dizer que é daqui que sai a direção para a idéia. Aqui nasce o roteiro para uma boa peça ou campanha.

RTVC - Que tanto de letrinha! Mas o serviço é simples de entender e difícil de executar. Com existe a pessoa da produção que cuida do material gráfico, o RTVC é quem cuida das peças de mídia - leia-se rádio, TV e cinema. Responsabilidade e muita habilidade!

Produção - Depois de tudo pronto, conferido, revisado e abençoado - no caso de peças impressas -, é hora de ir para a gráfica. E é fundamental o acompanhamento da materialização da peça fora da agência. Fotolito, gráfica, prova e todo os tramites.

O tráfego - Nem toda agência tem esse funcionário especificamente. Organizar o fluxo de trabalho, essa a função de quem está neste cargo. Determinar quem faz, encaminhar o orçamento, coordenar a entrada de cromos, a saída de arquivos. Tudo isso e, ainda, conseguir garantir um funcionamento ágil e eficiente da criação em conjunto a todos outros departamentos.

Espero ter ajudado.

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domingo, 12 de agosto de 2007

Quanto Vale o Seu Trabalho

Por Lima Jr

Vários colegas de trabalho da minha querida terrinha me procuram para perguntar quanto devem cobrar por seus trabalhos. Particularmente gosto que tenham essa preocupação. Querer saber qual é o preço justo do serviço é não querer mais “dar” o suor do rosto, horas a fio na frente do computador, tempo de pesquisa e prática de tutoriais, dias e dias garimpando livros e apostilas, cursos caros, equipamentos idem, por preços desumanos. Aliás, acho que a maturidade profissional começa a surgir quando buscamos impor um preço que, no mínimo, torne digna a vida no mercado onde atuamos. Vou explicar o que quero dizer com “tornar digna a vida no mercado”.

Desde meus primeiros anos no ramo das artes gráficas, eu sempre desejei me profissionalizar ao máximo. Enfrentei diversos gigantes interiores. Tive que aprender, como se diz aqui no nordeste, “na taca” os valores da humildade e do cultivo de bons relacionamentos. Isso foi muito doloroso. Mas, ultimamente o que mais me angustiava era ouvir elogios do tipo “cara seu trabalho é muito bom”, “você é um profissional de primeira linha”, “você está perdido aqui nesse fim de mundo” (esse último é o mais revoltante) e descobrir que apesar de tal reconhecimento a minha receita no fim do mês não dava pra comprar um livro do ramo que não fosse dividido em três vezes. Durante muitos anos eu tive que escolher entre fazer um curso livre na minha área ou ficar dois meses sem pagar o aluguel. Gildânia, minha esposa, sorri quando eu dou esse exemplo: Cheguei a comprar uma bicicleta para ela não ter que sempre me deixar a pé (tínhamos uma moto) quando quisesse ir à casa da mãe ou resolver outra coisa. Tive que escolher a dedo um modelo bom, feminino e que coubesse no orçamento. Acabei dividindo, obrigatoriamente, em cinco parcelas. Ironicamente, no mesmo ano um cliente meu escolhia na concessionária um carro zero quilômetro para a sua esposa não ter que pegar a sua pick-up. Eu até ficaria conformado se os produtos dele não dependessem tanto de profissionais com os meus conhecimentos. Não é inveja, quero chamar a atenção é para a infrutilidade financeira do meu trabalho causado não pelo ramo em si, mas pela minha postura como profissional. Eu poderia citar vários outros exemplos dessa natureza, mas não quero tornar o texto mais extenso. Acho que já deu para entender onde quero chegar. Ter uma vida digna no mercado é poder manter e ajudar a família, ter com que investir na própria carreira, poder, quem sabe, viajar no fim do ano mesmo que seja pra rever os familiares lá em Picos (PI), tudo com a força do seu trabalho, afinal você vive disso.

Para os meus queridos colegas de profissão, acho que a primeira coisa que devem fazer antes de fixar preços é tomar uma atitude e dizer “ei, o meu trabalho também tem valor” e se especializar ao máximo. Recomendo que leiam o livro Viver de Design de Gilberto Strunck, publicado pela editora 2AB. Nele o autor compartilha um verdadeiro curso de sobrevivência principalmente se você trabalha por conta própria. Strunck fala sobre a importância do Briefing, cálculo do valor da sua hora técnica, como proteger seu trabalho entre muitas outras dicas indispensáveis. Destaco aqui a lição que eu achei a mais interessante: não se deixe especular. Muitos clientes gostam de dizer “faça para eu ver como fica, se eu escolher o seu trabalhão, aí então lhe pago”. Não faça isso. Nas palavras do próprio Strunck:

Esse tipo de relação, em que o cliente nos solicita serviços sem uma remuneração garantida, além de ser aético, é predatório e pode, a médio prazo, inviabilizar o seu negócio e o dos seus colegas.

Outra dica é dar uma olhada na tabela de preços desenvolvida pela ADEGRAF – Associação de Designers Gráficos do Distrito Federel, a mais dedicada que conheço. Adapte os preços à realidade econômica do mercado local, para isso, você pode utilizar o Critério de Classificação Econômica Brasil da ABEP - Associação de Brasileira de Empresas de Pesquisa . É importante lembrar que não basta somente sair por aí aumentando os preços. O seu trabalho deve estar à altura da profissão que escolheu, os prazos devem ser cumpridos, os retornos devem ser dados. É nesse rumo que estou andando. Boa sorte.

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sexta-feira, 27 de julho de 2007

A Diferença está no Design

por Lima Junior

Cada vez mais empresas estão descobrindo as vantagens do design gráfico.

A sua empresa tem uma identidade visual? A resposta positiva a essa pergunta é cada vez mais comum. Mas é verdade também que muitas empresas não têm sequer uma marca definida. Talvez por desconhecerem a importância do Design Gráfico como meio de promover às empresas um bom posicionamento no mercado onde estão inseridas.
Com o advento da Internet o tamanho das empresas não é mais medido pelo espaço físico que ocupa as suas instalações, nem mesmo pela quantidade de funcionários que emprega. Na era da informação organizações podem ser gigantescas com apenas 10 funcionários, por exemplo. Pequenos e grandes competem lado a lado. No limiar dessa revolução se dizia que aquele que detivesse mais informação e fosse mais atualizado prevaleceria sobre a concorrência, hoje se vê claramente que o número de informações não é vantagem alguma. A competitividade real é proporcionada pela seleção e uso inteligente das informações mesmo que em pouca quantidade. É isso que vai determinar o posicionamento de uma empresa no mercado.
Na busca por resultados palpáveis no gerenciamento das informações, é comum os empreendedores se concentrarem nos dados financeiros enquanto que o visual da empresa vai ficando para depois. É como o executivo que se preparou tanto academicamente que não teve tempo de se vestir bem ou de preparar uma apresentação visual de se mesmo, sabe tudo, mas ninguém acredita nele. A utilização das suas informações visuais está desestruturada. Muitas empresas também são assim, tem bons produtos, preços competitivos, porém ambos desconhecidos ou desacreditados. Faltam ferramentas de posicionamento de mercado. Falta, quem sabe, uma identidade Visual. Às vezes, os resultados não são alcançados porque a imagem corporativa da empresa está abalada ou simplesmente não existe.
Numa era em que os pequenos são (ou parecem) grandes, a empresa que nunca contratou os serviços de um designer gráfico, corre sérios riscos de sumir, se tornar invisível, apesar do seu tamanho desajeitado.

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