sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Marca e Cartão da OKP


A Ocean Kite Point é uma empresa especializada em cursos de kite surf, localizada na Praia do Meio em São Luís (MA). A nova da empresa trás cores quentes e vibrantes aliadas a uma composição ilustrativa de mar, céu e surf, transmite ação, descontração, calor e vibração e muita jovialidade. Clique abaixo em "leia mais" para ver mais detalhes.

O cartão de visita foi criado em policromia frente e verso. Deve ser impresso em papel de 250g/m², de preferência com acabamento em laminação fosca. Além do cartão foi criado uma placa para frente do estabelecimento. Veja abaixo o detalha da marca.

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Anúncio Toque Final

Anúncio de duas páginas de revista. Criado para o lançamento da loja Toque Final de São Luís – MA, veiculado na revista Bazzar (Ano II, nº 8). Para essa campanha foram criados também um folder e uma mala direta. Clique abaixo em "leia mais" para ver as outras peças da campanha.
Cliente: Toque Final
Arte: Adage Lima Jr
Redação: Alexandre Mello
Ano: 2009

Na arte, procurei utilizar um grid de coluna, tudo em cores de tons claros para dar leveza às peças. Utilizei também elementos de ramos de flores para descontrair um pouco já que as linhas retas da diagramação parecem muito sérias. Clique nas imagens para ampliar.

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quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Novo logotipo Domvel


A marca DOMVEL mudou para melhor. A inovação traz uma linguagem visual mais moderna e expressiva. Clique abaixo em "Leia mais" para ver detalhes de algumas páginas do manual.

A nova marca é equilibrada e tem um desenho mais leve. A cor Laranja Solar, empregada no símbolo, é uma evolução do amarelo anteriormente utilizado, por estar ligada a conceitos como trabalho, calor, dinamismo e ação. O Azul Real foi escolhido para interligar a imagem da marca no passado com sua nova visão mais atual. Vale lembrar que o Azul Real acrescenta um contraste harmônico com a cor Laranja Solar do símbolo e complementa o padrão cromático escolhido para a DOMVEL.

Para adicionar uma visão ainda mais moderna, a o design já bastante arrojado do símbolo, foi escolhida a fonte Earth como tipologia padrão para o nome da empresa.


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terça-feira, 7 de outubro de 2008

Novas Viaturas da SESEC MA

Viaturas SESEC MA
Já estão nas ruas as novas viaturas da Políca Segurança da Cidadã da SESEC (Secretaria de Segurança Cidadã do Maranhão), carros novos, visual novo. A idéia é criar um visual imponente com as cores da bandeira do estado e, ao mesmo tempo, barato e fácil de aplcicar. O maranhense aprovou :) Veja abaixo outros veículos que hoje circulam nas ruas de São Luís (clique nas fotos para ampliar).

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domingo, 5 de outubro de 2008

Cobrança de Cara Nova

Folder CEMAR
Folder criado para ser utilizado por agentes de cobrança da CEMAR (Companhia Energética do Maranhão) em lançamento de nova maneira de abordagem ao cliente com conta em atraso. Uma maneira de ajudá-lo a regularizar sua situação. O folder foi desenvolvido com área para dados vaiáveis, duas dobras e formato aberto de 15 x 21 cm. A redação é de Jesus Rufino, diretora de criação da AMC Publicidade.

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Folder Fênix Móveis

Folder Fenix
Folder com três dobras no formato 64,0 x 22,5 cm aberto. Foi encomendado pela Fênix Móveis que solicitou destaque à qualidade dos produtos, ao design e à vantagem de seus clientes poderem encomendar móveis sob medida na fábrica própria da empresa. Por isso, dei ao layout um tom de projeto arquitetônico e de decoração, como se os móveis expostos no folder estivessem sendo projetados na hora. O Folder, enriquecido com a redação de Aline Neves, foi lançado na Feira dos Municípios de Teresina em agosto de 2007.

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sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Panfleto Pinte Já

Panfleto Engecopi
A campanha de varejo da Engecopi “Pinte Já” foi a primeira da conta. A idéia foi antecipar as reformas residenciais de fim de ano para agora com ênfase nas ofertas de tintas e produtos similares, “sua casa mais bonita antes do fim do ano”.
Clieque em Leia Mais para ver o making-off
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Pensamos em dar a impressão de o cliente estar em contato direto com o produto. Inicialmente colocamos a foto do pintor e demos a ele uma característica amadora, doméstica. Depois a idéia evoluiu para o uso do splash, mas com tinta real. A mesma que estava sendo anunciada.

Durante o processo o balde de tinta criado por Sanatiel Costa com o nome “4º Ofercopi”, que antes era amarelo, ganhou a cor azul e foi montado sobre as tintas fotografadas. Foram feitos 4 layouts diferentes das peças até chegar no escolhido, 144 fotos das tintas, 84 fotos de produtos em suas embalagens e 29 fotos do modelo. Mas a parte mais difícil foi suportar o cheiro de esmalte sintético no estúdio.

Fiz a arte em conjunto com Sanatiel Costa, diretor de arte, a redação é de André Melo. Produção de Alexandre Melo, fotos de Aline Neves e direção de criação de Pádua Carvalho.


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Dia de Noiva

Folder Dia da Noiva
Folder Fátima Fontenele feito para divulgar o pacote de serviços chamado Dia da Noiva. Mesclei o monocromático com fotos em cores para dar um ar de requinte e realçar os penteados e acessórios. Com redação de Aline Neves, o folder (em formato A3 aberto) foi lançado na exposição do conceituado fotógrafo Cândido Neto na praça de eventos do Teresina Shopping.

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Receituário da Gastronomia Piauiense



Descrição: Revista de receitas, 36,1 x 21 cm aberta
Cliente: SEBRAE PI
Atendimento: Jeane Melo e Pádua Carvalho
Arte: Lima Júnior e Ítalo Victor
Direção de Criação: Pádua Carvalho e Jeane Melo

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terça-feira, 16 de setembro de 2008

TI na Publicidade

A web 2.0 abre espaço para o trabalho de programadores dentro das agências. Maurício Furtado Massaia não é formado em publicidade, mas poderia trabalhar em qualquer agência de propaganda ou de mídia interativa. Aos 22 anos, ele tem um perfil cobiçado no momento por essas empresas: é um programador Flash experiente, com um portfólio regado a projetos para grandes empresas. Há pouco mais de um mês, Massaia deixou a badalada agência DM9 e começou a trabalhar na Hello, Interactive. É a nova agência do grupo ABC (ex-Ypy), holding que reúne outros grandes nomes da publicidade como Africa, Loducca e MPM —e que tem entre seus sócios o publicitário Nizan Guanaes. “Aqui terei a chance de trabalhar com projetos ainda mais inovadores”, diz Massaia.

Com o boom das ações de marketing na web 2.0, as agências têm demandado cada vez mais programadores para fazer sites, banners e anúncios, principalmente em Flash. Em geral, o que se espera do candidato é que seja alguém com boa noção da linguagem ActionScript, adepto de constante atualização e que goste de inovar. “Como não há profissionais de Flash suficientes no mercado, as pessoas estão muito confortáveis em seus respectivos empregos”, afirma Alexandre Santos, diretor de tecnologia e projetos da Hello, Interactive.

O resultado são melhores oportunidades de salário. Com isso, um programador em Flash pode ganhar até 7 000 reais por mês. Um iniciante, por sua vez, começa com 1 500 mil reais. O mercado anda aquecido também para os programadores web especializados em JSP, ASP e ASP.NET, com faixa salarial em torno dos 3 000 reais.

LIGADO NOS FÓRUNS

Esse tipo de demanda tem rendido muito trabalho para Renato Antônio Martinez, de 22 anos. Webdesigner com experiência na produção de
sites em HTML, PHP, ASP e Flash, ele foi contratado pela agência JourneyCom. Desenvolve sites e banners interativos em Flash. Sua dica para ficar sempre atualizado é participar de fóruns web.

Apesar da procura crescente por profissionais desse tipo, nem todas as agências de propaganda estão abertas à contratação. Muitas terceirizam as tarefas mais técnicas com as chamadas agências digitais, de mídia interativa e de marketing online, como a AgênciaClick, TV1 e Mídia Digital.

INTERFACES RICAS

O mercado publicitário também procura engenheiros de software, cujo salário médio fica entre 4 000 e 5 000 reais. Para fazer plataformas diferentes conversarem entre si, o profissional disputado é o que conhece integração. “Ele precisa ser um pesquisador antenado e ter interesse pelas interfaces ricas”, afirma João Cabral, diretor de tecnologia da AgênciaClick.

Françoise Terzian, revista INFO de novembro de 2007

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segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Internet por rede elétrica é realidade no Brasil. [Pertim] de nós, sô.

Coloquei no título um trocadilho do título original de uma postagem sobre internet do blog Gizmodo, terceiro mais visitado do mundo. O título original é "Internet por rede elétrica é realidade no Brasil. Longe de você". Tráta-se de tecnologia de ponta sendo testada bem aqui assim, em Barreirinhas (MA). Desculpem pela alteração, pessoal do Gizmodo Brasil, não resisti, é que sou nordestino da gema, num sabe?!
Se você chega a uma cidade isolada do mundo, no meio das dunas, porta de entrada pro paradisíaco Parque Nacional de Lençóis só pode pensar: “é aqui que eu vou testar meu novo sistema de internet”. Você, no caso, algum executivo da Panasonic. A empresa japonesa escolheu a pequena cidade maranhense de Barreirinhas para testar seus modems que entram na Matrix via rede elétrica e chegam a velocidades de 200mbps (o que dá algo como rápido pra c*!$% pelo nosso padrão).

A Anatel colocou em consulta pública esta semana uma proposta para regulamentar a internet por rede elétrica no Brasil. Em outras palavras, vai começar uma briga pra ver quem consegue provar qual é a melhor tecnologia de internet desse tipo – as operadoras de telefonia também já fizeram experimentos em municípios isolados. A expectativa da Panasonic é que novos testes aconteçam em 2009. O engenheiro da empresa ouvido pela Reuters disse que lá no Japão “modems desse tipo são encontrados nas prateleiras” (o que deve significar que ele não pode ficar no chão). E o pior: os aparelhos lá podem ser conectados à rede elétrica e à internet ao mesmo tempo. Sim, não se deixe enganar. Isso é ruim. O exemplo “legal”: a TV de Plasma pode interromper sua programação e mostrar o carteiro na porta (o interfone estaria na mesma corrente). O pior cenário: seu amigo mala desliga, via MSN, o seu videogame, na sala. Enquanto isso não acontece o dono de uma loja, de um restaurante e os usuários de uma biblioteca pública em Barreirinhas curtem a novidade ingenuamente.

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segunda-feira, 2 de junho de 2008

Upgrade na Mamãe

Descrição: Anúncio para jornal, 1/2 página, colorido para o dia das mães.
Cliente: Microserv
Atendiemnto: Jeane Melo e Pádua Carvalho
Redação: Aline Neves
Direção de Arte: Lima Júnior
Direção de Criação: Alexandre Melo e Pádua Carvalho

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Presentão Domvel


Descrição: Mala direta
Cliente: Domvel Multimarcas
Atendimento: Carol Berger
Redação e Direção de Criação: Jesus Rufino e Alexandre Mello
Mídia: Plácido Venício
Arte: Lima Júnior

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quinta-feira, 29 de maio de 2008

Princípios de design para a internet (sem dogmas)

por Iris Freitas Duarte

No ramo do desenvolvimento de produtos interativos ocorre uma notada raridade de papas, patriarcas, gurus e sumidades, o que nos dá ao mesmo tempo um sentimento de vazio e uma oportunidade incrível.

Na nossa identidade, o campo de paternidade está vazio, mas o de naturalidade não deixa dúvida. A Califórnia, capital da internet no mundo, já vivenciou um cenário parecido há um século e meio atrás, quando os “fourty-niners” buscavam terras repletas de ouro. Hoje, nós corremos atrás de verdades que pautem a maneira de projetar para a internet.

Uma “salada de conceitos” com ingredientes produzidos nos últimos dez anos pelos nossos raros e jovens gurus. Vamos ficar com os princípios e deixar os dogmas no passado.
Trabalhamos numa indústria órfã de referências.


As dúvidas superam as certezas: Qual o processo de desenvolvimento perfeito? Que empresas (fora o Google) sobreviverão? Qual o melhor modelo de negócio? Que formato comercial vai prevalecer?

Aqui, o objetivo é abordar princípios que possam orientar a atuação do designer durante o projeto. Por mais órfã que seja, nossa indústria chegou à sua adolescência e já é possível citar fatos ocorridos há dez anos atrás. O mais antigo ponto de referência da minha memória é Jakob Nielsen. No fim da década de 90, seu site “Use It” e sua newsletter “Alertbox” me converteram a uma estranha seita chamada usabilidade.

A idéia central era fazer que o usuário completasse tarefas mais facilmente, otimizando sua curva de aprendizado em cada objeto projetado. Eu tinha dez anos a menos do que tenho hoje e defendia os dogmas de Nielsen com unhas e dentes, contra as demoníacas forças dos designers gráficos que queriam fazer da internet um imenso cartaz publicitário. Cheguei ao ápice quando comprei uma camiseteta que retratava o guru como uma espécie de Che Guevara dos geeks (que vergonha!).

O evangelho segundo Nielsen era rígido e dividia os designers em dois grupos bem definidos. Os seguidores do Jacozão e os designers-gráficos-frustrados. No segundo grupo há que se destacar os amantes da tipografia estilo “TDR” (The Designers Republic), os adeptos do “Flash artístico“ estilo Kioken Design, os pixelmaníacos, os neo-barrocos da ilustração vetorizada e todos aqueles cujos trabalhos nunca conhecemos por falta de paciência de esperar que eles carregassem em nosso browser.

Em 2001, os caras da publicação de design interativo A List Apart (também conhecida como ALA) apostaram todas as suas fichas no CSS. Jeffrey Zeldman & Cia já criticavam Nielsen duramente há anos, alegando que seus dogmas ignoram aspectos importantes da experiência do usuário como apelo visual, e o conjunto de fatores que mais tarde chamaríamos de agradabilidade.

No auge do movimento anti-Nielsen, Joshua Davis (designer-rockstar inicialmente da Kioken) resumiu a questão: “Alguns estúdios assumem que o usuário médio é um idiota. E fazem design de modo que todos continuem sendo idiotas.”.

Corte para o tempo presente. Estamos em 2008 e os xiitas perderam espaço. O “new black” do design pra internet é o minimalismo de carga gráfica em benefício do lado ergonômico-funcional e da clareza de leitura. É claro que existem áreas reservadas para aplicação do branding em toda sua plenitude, mas as telas dos sites de sucesso nunca estiveram tão limpas. Não se engane quem acha que esta é uma tendência inédita: estamos falando de conceitos da Bauhaus aplicados às novas mídias, onde três fatores são inegociáveis: a elegância pela economia de formas, o enfoque funcional e a redução de custos de produção.

Outro conjunto de princípios clássicos que deve pautar a atuação do web designer é a Gestalt. Você pode escolher uma entre as dezenas de definições possíveis para o termo: “aquilo que é exposto ao olhar“, “o que é colocado diante dos olhos” ou “a percepção do todo em detrimento das partes”, mas há de concordar que cada conceito que forma a Gestalt se encaixa perfeitamente na atividade de projetar sites.

Não por acaso, Walter Gropius (fundador, professor e líder da Bauhaus) defendia que a escola formasse um “gestalter”, termo que ouso traduzir como “designer de percepção” ou (mais adequado às novas mídias) “designer de experiência”.

Além das escolas tradicionais, é impossível ignorar a influência do trabalho de alguns gurus da era do design de interação. Jason Fried e os caras da 37 Signals fincaram a bandeira do “design less” com sua filosofia “Getting Real”, onde pregam simplicidade e clareza em times pequenos e com muito feedback dos usuários.

Bruce Tognazzinni, ou simplesmente “Tog”, como prefere ser chamado, é uma espécie de Nielsen versão light, tendo atuado por 15 anos na Apple, como evangelista de design de interfaces. Quando se fala em princípios de design da Apple não é preciso dizer muito. Os produtos da empresa provam que interfaces funcionais, simples e limpas podem ser ao mesmo tempo emocionais, lindas e excitantes.

Essa “salada de conceitos” representa bem nosso cenário. Dois quilos de Bauhaus, uma colher de ergonomia, um punhado de Jakob Nielsen, outro punhado dos anti-Nielsen. Duas lascas de 37 signals e três fatias de Apple. Não se esqueça de misturar três xícaras de Gestalt e de temperar a gosto com seu próprio bom senso. Se a receita ficou muito complicada é melhor virar psicanalista e devorar Freud. Quando se fala de internet é necessário balancear as refeições.

Para ser mais objetivo na minha visão sobre design para a internet, listei princípios que considero a base de qualquer bom projeto. Alguns são conceitos clássicos de design, outros são frutos da minha experiência aplicada em design interativo.

Princípio: (do latin principium, início, fundação) Pressuposto fundamental de determinado assunto, que permite a construção de uma norma ou lei através de interpretação humana.

Dogma (do grego δόγμα, opinião, o que se pensa ser verdade): Crença ou doutrina imposta, que não admite contestação.


Procurei não determinar dogmas, mas sim indicar princípios, para que cada um escolha os caminhos mais adequados a cada projeto. Numa oportunidade futura espero poder descrever e exemplificar cada um destes pontos:

1. Hierarquize antes
Antes de começar a fazer o layout tenha certeza do que é mais importante e procure orientar o caminho que você espera que os olhos do usuário tracem.

2. Seja coerente
Elementos iguais devem ter a mesma função. O usuário aprende padrões de uso a cada clique. Tenha certeza que ele não os desaprenda.

3. Desenhe menos
Se estiver em dúvida se precisa ou não de determinado elemento, prefira deixá-lo de fora. Pode ser duro, mas um bom designer é aquele que escolhe o que não fazer, esperando que o feedback do usuário esclareça as dúvidas.

4. Aplique Gestalt
Use os conceitos de agrupamento, distância e alinhamento para dar clareza ao que está sendo apresentado. Alinhe o que deve representar um fluxo de leitura. Desalinhe o que merece uma interrupção. Agrupe conjuntos e subconjuntos de informação. Estabeleça o ritmo adequado explorando as distâncias entre os objetos da tela.

5. Projete em camadas
Faça primeiro o que é genérico. O que será utilizado em vários momentos da experiência do usuário. Só parta paro o que é específico e para os detalhes depois de ter uma estrutura satisfatória.

6. Onde estou?
Não deixe o usuário sem resposta para essa pergunta. Ofereça sempre uma sinalização clara e um porto seguro para a navegação.

7. Faça sistemas modulares
Atente para a flexibilidade do layout, pois é bom que ele contemple múltiplas situações. Lembre-se que cada objeto projetado pode ser reutilizado em outras páginas, sem acréscimo de custo ou tempo.

8. Preocupe-se com a unidade do layout
O conjunto de objetos visíveis deve ser harmônico e criar a percepção correta no usuário. Tire o foco do seu olhar deixando os olhos quase cerrados, sem atentar para os detalhes. O layout deve dizer ao que veio mesmo assim.

9. Crie a impressão de ser “ao vivo” e pessoal
Lembre-se que o usuário está sozinho, segurando um mouse e olhando para o que você projetou. Se ele sentir frieza não vai se sentir à vontade. Se sentir que a página está atualizada e viva vai voltar lá mais vezes.

10. Resolva a regra
Deixe a exceção para depois. É muito comum se perder em meio a milhares de situações possíveis. Esse é o momento de estabelecer qual o uso mais comum e tratá-lo como prioridade.

11. Atente para os contrastes
Eles servem para melhorar a leitura, diferenciar elementos e criar peso em elementos que precisam ter peso.

12. Deixe espaço para o usuário
Projetamos objetos interativos e não só de leitura. Deixar o resultado das interações vir à tona cria mais interesse e ajuda a deixar o produto final menos frio.

13. Deixe a tela respirar
Não caia na armadilha de cobrir todos os buracos disponíveis com conteúdo. Em alguns momentos, um espaço vazio é importante.

14. Dê feedback
Cada ação do usuário deve gerar uma reação clara e imediata do sistema interativo.

15. Adequado é melhor do que bom
Não fique refém de um layout só porque você decidiu que ele é bom. É comum ver boas soluções totalmente inadequadas ao problema em questão.

16. Foque no produto final
PSDs, HTMLs estáticos, especificações funcionais e documentações semelhantes são ferramentas para atingir o objetivo final. Cuidado para não se deixar seduzir pela sua entrega individual em detrimento do benefício para o usuário final.

17. Ponha no ar
Em vez de perder muito tempo discutindo qual é a melhor solução, lance uma versão beta e observe a utilização dela. Se não puder fazer isso, fazer testes de usabilidade é a solução, mas monitorar os padrões de comportamento pós-lançamento é indispensável.

18. Pense na experiência total
Se você já foi um designer gráfico, largue o vício de tratar um site como uma coleção de peças gráficas independentes. O foco deve ser na experiência do usuário como um todo e no fluxo de navegação entre as telas.

autor: Marcelo Gluz
fonte: [Webinsider]

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terça-feira, 29 de abril de 2008

Mutirão da Comunicação


A Diocese de Picos encomendou material gráfico para o evento anual chamado Mutirão da comunicação com o tema “Comunicação e Educação para uma Cidadania Crítica”. As peças criadas foram folder, cartaz, certificado e crachá. O evento ocorre dias 2 a 4 de maio. A redação é do jornalista Erivan Lima e criação de Lima Júnior. Clique abaixo em "Leia Mais" para ver o restante do material desenvolvido para este evento.



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quarta-feira, 23 de abril de 2008

Marketing e Branding

Por Koert van Mensvoort
O festival de absurdos que todos os dias ocupa páginas e páginas da imprensa especializada falando sobre a relação marketing e branding é, sobre todos os aspectos, além de medíocre, lamentável. A confusão é total e leva os leitores ao caos.

Contrariando Chacrinha, e para esclarecer e não complicar, vamos começar pelo verdadeiro entendimento de branding. E para tanto é suficiente recorrer-se a qualquer bom livro sobre a matéria. Até mesmo os voltados para os “idiotas”, como é o caso de “Branding for Dummies” assinado por Bill Chiaravalle e Barbara Findlay Shcenck. No livro, explicam, “Muitas pessoas continuam pensando que o logo é que é a marca. Não é. O logo é apenas a representação da marca que a empresa pretende construir. Em verdade a marca não é o que a empresa parece e demonstra ser, nem o que a empresa comunica, e muito menos o que vende. A marca é o que as pessoas conhecem, reconhecem e reputam sobre a empresa”.

Assim, marketing e branding são as duas faces de uma mesma moeda. Quando escrevo marketing me refiro ao entendimento que Peter Drucker trouxe para o mundo em seu livro de 1954, “The Practice of Management”. A partir daquele momento, Drucker elevou o marketing à condição de ideologia da empresa moderna. É desse marketing que estou falando. Nas empresas continuam existindo as áreas de marketing, que trabalham com todo o ferramental de marketing, que apóiam e prestam serviços às áreas de produtos e serviços, e muito mais; mas, para as que decidiram seguir Drucker, muito mais do que áreas e as ferramentas, marketing passou a ser a forma de pensar e agir da empresa moderna. A ideologia. Sua responsabilidade e comando são sempre do principal executivo da empresa. E sua ação, compartilhada por todos que trabalham na empresa e para a empresa.

Isso posto e agindo de forma sensível, convergente, consistente, todas as forças da empresa e dentro da ideologia do marketing – pessoas, produtos, serviços, filiais, recepções, embalagens, propaganda, promoções, eventos, preço, relacionamento etc – têm um único e mesmo objetivo no final da linha, do processo, e que se renova a cada novo dia: o de construir e preservar uma marca de qualidade na cabeça e no coração dos públicos relevantes e decisivos; o objetivo de fazer o branding.

Ainda recentemente, John Jantasch, que tem um dos melhores blogs sobre marketing, trouxe importante contribuição ao assunto ao responder uma pergunta de um de seus leitores. Dentro do entendimento de que marketing e branding são as duas faces de uma mesma moeda. Segundo ele, “Marketing é a arte de convencer alguém que tenha um desejo, a conhecer, gostar e confiar em você”; e “Branding é a arte de se fazer conhecido, querido e confiável”.

Tão simples quanto.

autor: Francisco A. Madia
fonte: Popmark



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quinta-feira, 20 de março de 2008

O Designer e o Diretor de Arte

Design é uma palavra inglesa que significa projeto. Grosso modo, criar algum objeto, projetar sua funcionalidade, sua utilidade, e dar a esse objeto uma forma para que ele faça parte da sociedade, especialmente a de consumo, é fazer design. Esse design pouco tem em comum com o trabalho do Diretor de Arte como o conhecemos. O design está em tudo. Qualquer coisa tridimensional tem design - não importa se bonito ou feio. Carros eletrodomésticos, aviões, barcos, máquinas, produtos móveis, computadores, brinquedos, roupas e tantos outros representam a história do design. É a fotografia do mundo em todas as suas cores e formas. Presente, passado e futuro.

Embora seja possível dizer que quem faz design também faz arte, o Diretor de Arte não participa diretamente dos processos do design, a não ser que ele tenha como opção tornar-se designer industrial. Mas não vamos falar de design industrial, o que seria muito mais complexo que essas poucas linhas e que, no fim das contas, para o Diretor de Arte pouco acrescentaria. O que faz parte do dia-dia do Diretor de Arte é, isso sim, o design gráfico. Mas o que é design gráfico?

Quando se cria um projeto gráfico onde todo um conjunto de elementos estão combinados e tratados de maneira que fiquem bem distribuídos e tenham sentido, se está fazendo design gráfico. Diagramação, fotos, ilustrações, tipografias e efeitos computadorizados fazem parte da elaboração desse projeto. Criar num espaço bidimensional - nesse caso o papel ou a tela do computador - e dar sentido aos elementos que vão ocupar esse espaço é fazer design gráfico.

Trabalho que, via de regra, é desenvolvido pelo profissional chamado designer gráfico. Aí é que está a “pequena confusão”. O designer gráfico cria logotipos, embalagens, projetos editoriais - capas de livros, revistas -, programação visual - envelope, papel-carta, cartão -, manual de identidade visual, folhetos, cartazes, páginas para a internet e mais uma série de materiais gráficos que não são campanhas publicitárias. Mas o Diretor de Arte também faz tudo isso. Por que, afinal, separar Diretor de Arte de designer? O designer gráfico é, antes de tudo, um Diretor de Arte. Ponto. O único senão é que a sua especialidade não é campanha publicitária. E qual o problema? Médicos são médicos sempre. Especializam-se em suas áreas mas são médicos. Só pra você entender melhor: David Carson - um dos monstros do design gráfico moderno e que deu cara nova à revista Trip aqui no Brasil - foi considerado um dos melhores Diretores de Arte do mundo.

Temos, portanto, o seguinte quadro: design industrial pouco ligação tem com o dia-a-dia do Diretor de Arte. Design gráfico tem toda ligação. Não é apenas um complemento, mas é grande parte do trabalho. Os dois profissionais, Diretor de Arte e designer gráfico, precisam entender as mesmas coisas sobre criação quando se trata de peças gráficas. Desenvolvem peças semelhantes ou até idênticas. Conhecem diagramação, layout, tipografia, fotografia e grande parte de tudo o que você já leu até agora.

Fonte: IFD Blog


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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Organize-se e liberte sua Criatividade

Fonte: Meta Executiva
Geralmente pensamos em criatividade como fruto do Caos, um turbilhão de idéias novas surgindo da pura inspiração, ou, para os menos modestos, da própria genialidade. Entretanto, a rotina corporativa pode sufocar a criatividade com tarefas maçantes, ainda que aparentemente indispensáveis para o andamento do setor.

Mesmo no dia em que você chega empolgadíssimo para soltar as rédeas da sua criatividade e se dedicar 100% a um novo projeto, lá vem a lista de emails, com 8 mensagens ostentando a palavra URGENTE, telefones clamando por tarefas prometidas para ontem, relatórios inconclusos, apresentações pela metade, enfim, o caos que não desperta, mas sufoca a criatividade.

Em um contexto ideal, você trabalharia focado, empilhando insights até chegar a uma estrutura criativa perfeita, mas no mundo real, a rotina conspira contra nós. A tecnologia, que deveria nos tornar mais eficientes, cria novas maneiras de sermos interrompidos a cada momento (leia-se: celular, email, MSN, SMS, Skipe, Blackberry, Twitter…).

Embora facilite o tráfego de informações, essa constante disponibilidade é fatal para nossa concentração e, consequentemente, nosso fluxo criativo. O foco no trabalho torna a criatividade fluída e natural, praticamente automática; por outro lado, a atenção difusa ou, como se convencionou chamar, multi-tarefa, tem o alcance curto e superficial, incapaz de gerar idéias originais e estruturadas.

Então, como fazer?

1. Separe Urgente de Importante

Idéia já desenvolvida por Steven Covey, em seu best-seller 7 hábitos de pessoas altamente eficazes. Segundo o autor, nós gastamos tempo demais com tarefas que são urgentes, mas não são importantes.

A solução é priorizar o trabalho que é importante, mesmo que não seja urgente. É uma tarefa difícil no dia a dia, em que somos interrompidos a todo momento, mas que garante que nossas metas de médio e longo prazos (o que inclui nossos sonhos e projetos pessoais) sejam cumpridas.

Além do mais, quanto mais você prioriza e se dedica a questões importantes hoje, menos problemas importantes e urgentes cairão na sua mesa amanhã.

2.Descubra e defenda sua hora mais criativa

Todos nós temos uma parcela do dia em que somos mais produtivos, nossa concentração vai nas alturas e, com ela, nosso potencial criativo. Defenda essa hora com unhas e dentes.

Se o seu pico de produção ocorre no início da manhã, entre 8 e 10 horas, organize-se para não ter reuniões de rotina neste horário, evite atender o telefone e só confira sua caixa de emails após este período. Se dedicar seu momento mais produtivo e criativo às questões importantes, se surpreenderá depois de alguns meses com seus próprios resultados.

3.Concentre suas tarefas

Uma receita infalível de sufocar seu ritmo criativo é ter na sua frente uma lista sem fim de pequenas tarefas. Podem consumir apenas 5 minutos cada uma, mas sua mente tem que pular de um contexto a outro, sem tempo de se aprofundar em nenhum deles. Ao fim do dia, cansaço, muitas pequenas demandas atendidas e nada de novo na mente.

Uma maneira de ser mais produtivo com pequenas demandas é organizá-las em grupos, de modo que se torne uma única grande tarefa. Grupos possíveis: responder emails, ligar para clientes, ligar para fornecedores, revisar pedidos.

Organizando-se desta maneira, é muito mais provável que o tempo necessário para zerar o ‘conjunto’ seja bem menor que o que você gastaria para atender a todo este ‘pouporri do inferno’, na ordem em que cai no seu colo.

Centralize suas demandas e limpe sua mente

Nada pior para a concentração e criatividade do que a sensação de se estar esquecendo algo muito importante. Entretanto, se em seu sistema de organização pessoal suas obrigações ficam organizadas em sua caixa de emails, sua agenda pessoal, sua agenda profissional, em seu escaninho, em um arquivo excel no desktop e naquele carnaval de post-its colados em seu monitor, a possibilidade de esquecer algo importante é bem maior.

Centralize suas obrigações em apenas 2 canais, um físico e um digital. Dependendo da profissão, até dispensa-se a agenda física, desde que o digital seja online, e protegido contra ‘deletes’ acidentais ou falhas de sistema.

Depois que você sabe quais demandas estão sob sua responsabilidade e tem clareza sobre o que é importante e deve ser feito agora, concentre-se e libere sua criatividade. Para sua carreira e seus sonhos, é isto que importa.

Baseado no texto Why you need to organized to be creative do Business of design online



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sábado, 23 de fevereiro de 2008

CRACK!

Texto muito bacana do meu amigo profícuo de idéias, Pádua Carvalho (diretor de criação), publicado no seu blog Garoto de Blograma.

Em dias de chuva, aqueles em que a gente não quer sair debaixo das cobertas e que o bom mesmo é ficar ali esquentando a costela com a pessoa que a gente adora. Mas, e não mas que de repente - dá um estalo!



Você pula da cama e voa para o seu notebook, senão corre o risco de perder a idéia. Essa descarga de criatividade é o lampejo salvador que pode definir se tua semana vai ser de sol ou tempestuosa. Daí em diante, o que você mais deseja é ir para o trabalho para colocar a idéia em prática. Faça chuva ou faça sol, só haverá descanso novamente quando tudo estiver pronto.
Não sei se funciona com todo mundo, mas comigo sim, pelo sim e pelo não, é sempre bom você consumir informações até o talo, quando o cérebro não agüenta mais, ele trinca, estala e então: IUPI, IABA DA BADU!

Eis a sua idéia brilhante. Queria que fosse assim com as dívidas, quem sabe se eu não memorizar só a primeira parte do jargão ao inverso “Não devo”, talvez funcione? Ou quem sabe uma palavra mágica tipo, SHAZAM, ABRACADABRA ou qualquer coisa do tipo, faça desaparecer todos os meus pesadelos? Você pode não acreditar, mas eles são pesadelos medonhos, tipo: prazo estourado, cliente aborrecido, trabalho barato, briefing ruim, cuca vazia, estagiário grudento, horas de insônia, dinheiro contado, conta no vermelho e o pior deles - mudança de planos no meio de uma campanha com todo o material aprovado, arre! Esse é o pior pesadelo para um designer.

Existem outros eu sei, mas estes são os meus. Por isso, em dias de chuva, vou só ficar olhando a água escorrer pelo vidro da janela e deixar ela lavar e levar meus problemas.
Ah! Sobre os estalos, agora só se for os da cama, pois de agora em diante, vou só deitar e rolar e, como diz o Pelé: - entende?

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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Presentão de Natal


Anuncio com formato especial para campanha de natal da Alemanha Veículos de Teresina. Veiculado durante o mês de dezembro/2007. A redação é de Jeane Melo.

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